
Fala meus docinhos de jaca! Novamente, perdão pela demora, mas aqui estamos com mais um capitulo da nossa série conferindo o novo arco! Depois de começar uma batalha cavernosa de monstros gigantes, o templo dos cavaleiros de prata é o lugar mais seguro para escapar desse embate! E a partir daqui começa essa nova empreitada do mundo novo.
Lembrando como sempre que isso é uma tradução livre dos fatos e que a versão oficial pode ser alterada em alguns nomes
- Arme conhece Ryan, um druída errante que se oferece como guia para ajudá-la em sua missão de explorar a Terra de Prata;
- Chegando lá, eles comentam que a ilha fazia parte do lendário continente de Xênia e que Ryan tem o objetivo de devolver um filho de Lobo que encontrou em suas andanças de volta pro continente;
- Eles descobrem que uma raposa está aprontando na floresta e que ele não só roubou os cubos de memória que estavam em posse de Ryan e Arme, mas também outros três cubos que estão com ele;
- Os personagens conhecem Amy e Jin, respectivamente uma sacerdotisa e um guerreiro que fazem parte do Templo dos Cavaleiros de Prata;
- Com a ajuda deles, conseguem deter a raposa e oferecem ao jovem uma segunda chance para se tornar um Cavaleiro de Prata;
- Antes que pudessem acertar as contas, descobrem que Hass (Paprion) e o Verme Dragão estão novamente numa batalha feroz e que agora o lugar mais seguro para se proteger é a própria sede dos Cavaleiros de Prata.

A cena já começa com Arme, Ryan, Jin, Amy e a raposa (Asin) diante de Victor, um dos 3 grandes mestres do templo dos cavaleiros de prata, chamando a atenção de Amy por ter saído sem uma escolta para treinar seu canto e Jin por ter trazido o arruaceiro que causou tantos problemas de volta ao templo (A raposa/Asin). O monge explica que foi um pedido de um dos mestres trazer a raposa para ser treinada como um cavaleiro de prata e pergunta à Victor se ele não se ofereceria como seu tutor. Ele recusa a oferta e acima de tudo, deveriam pedir à Grande Sacerdotisa para que convidados tivessem a permissão de permanecer na Terra de Prata e principalmente no templo.
Entrando dentro da instituição, eles se encontram com Lee Young, uma das 3 grandes mestres que estava conversando com algum de seus alunos e fica aliviada ao ver que Amy tinha voltado em segurança. Arme acaba a confundindo com a Grande Sacerdotisa, mas a diva explica que Young é na verdade uma das 3 grandes mestres do Templo dos Cavaleiros de Prata e que na verdade a pessoa que estão prestes a visitar é na verdade Ayla, uma oráculo que adormeceu após guiar a Terra de Prata em segurança para o mar e desde então, nunca mais despertou.
Jin pergunta à Young se pode ensinar a raposa sua escola de artes marciais com armas, a mestra recusa acusando o jovem de ser o responsável pela queda da Terra de Prata. Pois ele teria atrapalhado o ritual de oferenda aos Seis Deuses de Xênia, o que consequentemente fez a ilha se separar do arquipélago celestial e Ayla ficar em um estado catatônico. O monge lembra que a raposa não pode ter sido a responsável, uma vez que ele ainda estava selado nas espadas que carregavam quando o incidente ocorreu.

Amy percebe que a Taesamu (Lee Young) pode ter sido pega pela influência do sonho onírico de Ayla e que isso pode tê-la feito confundir os eventos que levaram a separação das duas regiões. A raposa fica inconformada com tal acusação e mete o pé dali, enquanto nossos outros heróis vão finalmente prestar seus votos para Ayla.
Chegando aos aposentos da Grande Oráculo, Amy explica que Ayla vive em um estado onirico profundo e que por conta disso, pode fazer pessoas ao seu redor serem pegas em seus sonhos como ocorreu com Lee Young. Ela também conta que a Sacerdotisa era originalmente a responsável por manter Hass e o Verme Dragão em xeque antes dos guardiões começarem a se digladiar. Arme conclui que todos os problemas da Terra de Prata podem ser resolvidos quando Ayla finalmente despertar, então se oferece para criar uma poderosa poção que despertará a sacerdotisa de seu sono (Não acho que seja bem assim que funcione, mas okay Arme…)
Enquanto isso, a raposa percorrendo o templo se depara com o mestre Asin Tairin, com quem ambos criam uma relação de pai e filho e dias depois, o jovem se torna discipulo de Tairin, recebendo o próprio nome de seu mestre e se tornando Asin. Durante a estadia no Templo, Arme começa a ficar entediada que não tá podendo fazer muito com alquimista e nossa raposa p da vida que Lee Young parece estar se intrometendo muito no treinamento dele enquanto Tairin e Victor estão discutindo em particular sobre o que aconteceu nos últimos dias.
Na sala de reuniões dos mestres, Victor diz que eles precisam agir o quanto antes para resolver o problema dos guardiões divinos, despertando a Grande Oráculo de alguma forma. Tairin diz que podem fazer isto com a ajuda de Amy, mas é refutado que seria um enorme peso para uma jovem sacerdotisa. Victor sai fumegando da reunião por não conseguir o que quer, enquanto Asin finalmente entra para pedir que seu mestre continue com seu treinamento.

Antes de continuarem, Tairin pergunta onde que Asin exatamente vivia antes de se tornar seu discipulo pois queria trazer alguns pertences dele para o Templo. A raposa explica que é uma caverna na floresta, revelando ser o “Domínio de Asura”, um local com um espírito ancião (O velho da aura) que era detentor de uma das escolas mais poderosas dos Cavaleiros de Prata e que era um tabu para qualquer cavaleiro aprender tal técnica por ser perigosa demais. Asin estranha porque conhecia o espírito – Mugenuk – e este nunca foi hostil com ele, mas entendia a preocupação de seu mestre e o conforta de que não precisa ir buscar nada de lá.
Passado-se quase 2 semanas, Asin continuava seu treinamento enquanto Arme ficava ainda mais entediada e irritada com a espera, até que um dos discipulos do templo chega correndo e alerta à todos que o Verme Dragão derrotou Hass e com isso, o Vulcão de seu território começou a entrar em Erupção. Victor diz que não podem esperar a Grande Sacerdotisa acordar pois nem ela seria capaz de lidar com essa situação e que agora a solução é matar o Verme Dragão.
Os três mestres discutem sobre a decisão de Victor em se tornar o líder dos mestres e portar as Vajras, armas poderosas que só podem ser portadas por alguém reconhecido pelos grandes mestres do templo e que assim, poderia dar um fim ao Verme Dragão. Tairin e Lee Young ficam reticentes com isso, tentando explicar à Victor que é uma aposta arriscada e que pode matá-lo se ele não for digno de tais relíquias.
Após outra reunião desastrosa, Young conversa com Jin sobre o que ocorreu e ela explica que se ele tivesse aceitado se tornar um mestre, Tairin e Victor não teriam discutido. O Monge fala que a melhor maneira de mediar a situação é com ajuda de Amy, porém Arme e Ryan alertam eles que a sacerdotisa saiu para o Domínio de Asura pois segundo Asin, ela tinha algo a resolver por lá e o ficou torrando muito para levá-la até o local. Jin exige que a raposa mostre o caminho e apesar de a muito contragosto – por desobedecer outra ordem de seu mestre – ele os leva até lá.

Chegando ao local, Asin explica que Amy quer tentar acordar Ayla de dentro do mundo onirico e por isso, vai tentar fazer o Desafio de Asura. Arme percebe que estão rodando em circulos dentro da caverna e descobrem que a raposa os atrasou de propósito até Tairin vir até eles. O mestre diz que não vai deixá-los se arriscarem a ir atrás da sacerdotisa e se realmente estiverem dispostos a ir, terão que passar por ele como um teste para saberem se estão prontos para o desafio.
Jin luta contra Tairin e acaba vencendo, o mestre o reconhece como alguém apto e o deixa seguir seu caminho com os outros atrás de Amy. Ao chegar até o local onde ela está desacordada, Jin exige a presença de Mugenuk, um fantasma que testa os cavaleiros de prata no desafio de Asura para poder ensinar a arte proibida. Ele questiona porque deixou a sacerdotisa fazer o teste mesmo não sendo uma cavaleira de prata e o fantasma responde que de fato ela não é uma cavaleira, mas demonstrou o impeto e a disposição de fazer a prova.
Jin exige que seja o único a fazer o teste e pede ao Mugenuk que cancele a prova de Amy, o fantasma reluta de inicio o alertando sobre ele não poder ser apto o suficiente apesar da sua vontade de salvar a jovem sacerdotisa. O mestre então decide aceitar que o guerreiro faça o teste, contudo não sabe se dá pra trazer Amy de volta com vida. Arme então sugere que todos vão com ele para o mundo onírico procurar a amiga desaparecida enquanto Jin realiza o desafio de Asura.
Lá dentro, os personagens encontram a sacerdotisa que explica que seu plano era originalmente encontrar Ayla, despertá-la e desistir do desafio. Ryan a adverte sobre isso ter sido uma ideia muito arriscada uma vez que ela não é uma viajante dos sonhos e que ela poderia ficar presa neste mundo para sempre. Amy lamenta e todos vão atrás de Jin, porém percebem que estão perdidos novamente e que acabaram em outra caverna.

Eles descobrem tarde demais que a caverna que foram parar era a de Hass e que o mesmo se manifestou como espirito dentro do mundo onirico. Os personagens o enfrentam de forma que consigam escapar dele passando pela fronteira do sonhar. Ao sairem dos domínios de Hass, Amy e Asin chegam a conclusão de que alguma coisa fez os dois guardiões enlouquecerem já que antigamente os dois eram como irmãos e não matariam um ao outro mesmo com Ayla tendo entrado em estado catatônico.
Ryan percebe que alguma coisa está tentando cruzar a fronteira do sonhar. Amy se aproxima para tentar se comunicar com o espirito e percebe que é Ayla tentando falar através do corpo onirico de Hass e manda uma mensagem importante para Amy que não pode ser ouvida pelos demais.
Enquanto isso, Jin continua o teste de Asura e enfrenta o que – segundo Mugenuk – é o que seu interior considera o atual limite: Uma projeção da Grande Mestra Lee Young. Após vencê-la, Jin questiona alguns pontos importantes sobre a escola de Asura e porque ela foi considerada um tabu entre os cavaleiros de prata. Mugenuk diz basicamente que nunca encontrou alguém realmente forte que pudesse resistir aos ensinamentos e que todos que fracassaram ali tinham potencial, mas eram fracos de espírito e de vontade. O velho espirito fica feliz em finalmente ter encontrado alguém que reacendia seu impeto para lutar e assim, torna Jin o legítimo sucessor de Asura.
O capitulo termina com Amy acordando Jin num berro visceral que deixa todos com dor de ouvido. Jin comenta que venceu o teste e se tornou mestre da escola Asura, perguntando porque Asin está caído daquela forma. E é respondido que a raposa foi o primeiro a desmaiar quando Amy tentou acordá-lo.

O que temos até aqui?
Entramos no núcleo dos Cavaleiros de Prata, conhecendo um pouco da instituição e de como funciona a questão hierárquica entre mestres e até mesmo dos oráculos. Contudo, o capítulo peca em não abordar um pouco mais sobre como funciona a escola de cada mestre, tentando ser mais direto na narrativa da trama principal e as consequências que Ayla estar “fora de operação” e os guardiões da Terra de Prata lutando ferozmente trazem não só pra região, mas para o próprio núcleo dos Cavaleiros de Prata.
E eu devo dizer que agora entendo porque a Ally adora o Asin(T): Ao contrário da sua versão regular que é um sujeito aproveitador que tenta se esgueirar pela boa vontade ou principio dos outros pra se dar bem, o Asin(T) apesar de ser tão ácido como sua contraparte, é mais disciplinado e respeita a doutrina não só da ordem dos cavaleiros de prata, como e principalmente de seu mestre, criando um respeito ainda maior por sua disciplina e por seus ensinamentos. É mostrado também como a raposa se tornou Asin e que diferente da versão base, o seu nome foi recebido de seu mestre ainda em sua plenitude, o que o tornou um personagem menos amargoso e mais dedicado aos ensinamentos de suas técnicas. Mesmo que muitos o julguem por suas atitudes anteriores a isto e principalmente pelo fato dele ser um Yokai (E taí o motivo dele ser chamado de Raposa...)
Aqui temos um detalhe importante que pode ser melhor explorado mais pra frente – quem sabe – quando estivermos trabalhando o arco de Xênia: Assim como no GCPC/GCC, o mobile também cita que há 6 deuses em Xênia. Sendo estes provavelmente Juriore, Perriet, Zig, Samsara, Thanatos e Gaia.

Outro ponto interessante é com relação à Lee Young: Ela é chamada constantemente de Taesamu que é um termo em coreano correspondente à Shisa Samu (태사무 - Grande Mestra), uma artista marcial relacionada à história do Jin no jogo para computador (e alguns jogos mobiles anteriores) como a responsável por ensinar Victor, e consequentemente Jin, a arte do Ton Fa. E não ironicamente, Shisa é exatamente o nome em coreano para a segunda classe do Jin: Mestre, o que é outro recurso de roteiro do mobile em designar uma classe de um personagem conhecido a outro relacionado a este como foi o caso do Harpe(T) que virou o Aegis Knight/Defensor no lugar do Ronan.
A referência ao jogo para computador também respeita a história do “Iluminado/Rama” que utiliza as Vajras, algo cobiçado por Victor na trama do primeiro jogo e que mais para frente, será um dos motivos de sua ruína. Bem como o fato revelado de que Hass (Paprion) e o Verme Dragão eram originalmente melhores amigos, outra referência a relação dos dois guardiões no jogo original.
Ryan ao final do arco também comenta sobre ter sido um Vixen (Nome original do Xamã, terceira classe) e que se ainda tivesse esse titulo, tentaria o desafio de Asura. Fazendo relação à sua própria história no mobile antes de se tornar “a garra estilhaçada”.
A mensagem de Ayla deixada por Amy e o fato dela não conseguir dizer do que se trata é algo que fará parte do momento chave da trama no próximo capitulo! E amanhã – se tudo der certo – traremos para vocês aqui no site! Até a próxima ~~
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